top of page
PNUMA_edited.png

PNUMA

Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) foi criado em 1972 durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, realizada em Estocolmo, sendo a principal agência da ONU dedicada a coordenar as ações ambientais globais. Desde sua fundação, o PNUMA tem desempenhado um papel fundamental em elevar a consciência internacional sobre a importância da proteção ambiental, atuando como centro de informações, análises e orientação para políticas sustentáveis em nível mundial. Sua sede está localizada em Nairóbi, Quênia, o que reforça sua dimensão global e compromisso com o desenvolvimento sustentável em todas as regiões.

No contexto das Nações Unidas, o PNUMA atua como um órgão consultivo e catalisador, promovendo a cooperação entre Estados-membros, organizações internacionais, sociedade civil e setor privado para o enfrentamento dos desafios ambientais mais urgentes. Além disso, é responsável pela produção de relatórios científicos de referência, pela facilitação de acordos multilaterais e pela mobilização de recursos para projetos ambientais.

Diretores

Dentro de uma simulação da ONU, o PNUMA representa uma oportunidade singular para que os delegados vivenciem as complexidades das negociações internacionais relacionadas ao meio ambiente, incluindo a necessidade de conciliar interesses econômicos, sociais e ecológicos. O comitê estimula a análise crítica, a formulação de propostas realistas e o exercício da diplomacia ambiental, enfatizando o papel do multilateralismo na busca por soluções duradouras e compartilhadas.

Crime no Ártico: As consequências do derretimento de geleiras e permafrost no cenário de instabilidade global

À medida que o Ártico ganha maior notoriedade na comunidade internacional, as grandes potências mundiais buscam expandir influência nessa região a partir de seus interesses militares, comerciais e políticos. A título de exemplo, em 2025 os EUA declararam a necessidade de anexação da Groenlândia por motivos estratégicos e, principalmente, pela abundância de recursos minerais da ilha. Para além da questão americana, o desejo de domínio e exploração do Ártico constrói um ciclo destrutivo – no qual o meio ambiente é a principal vítima. 

Diante do exposto, as imagens de satélite do Polo Norte nos últimos 40 anos preveem que o local pode ficar completamente sem gelo marinho até 2030. Ademais, o problema não se restringe somente à região ártica: de acordo com o alerta da Organização Meteorológica Mundial, o derretimento das geleiras é o 2º fator da elevação do nível do mar, colocando países vulneráveis à crise climática em risco. Nesse cenário, a negligência sobre a questão ambiental influencia de forma direta na crise iminente. Logo, é crucial o comprometimento dos senhores para a elaboração de soluções eficazes que visem conter o processo alarmante de desaparecimento do Ártico.

— Anna Luiza Nagamine, Beatriz Lucchesi, Luiza Moraes, Sophia Santos

 

bottom of page