• Giulia Kraft

O Conselho de Segurança das Nações Unidas coloca em discussão a guerra entre Palestina e Israel

01 de outubro de 2021

Giulia Kraft, Alice Serejo, Joyce Ribeiro - CSNU - 1a sessão


Nessa sexta-feira (01), o Conselho de Segurança das Nações Unidas se reuniu para discutir a guerra entre Palestina e Israel. O conflito, presente desde a Antiguidade, obteve em 2021 diversos atos de violência, representados por ameaças, muitas mortes e migrações forçadas. A reunião do Conselho de Segurança contou com a presença de diversas nações. Entre elas as chamados Membros Permanentes: Estados Unidos da América, República Popular da China, República Federativa da Rússia, Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte e República Francesa.

Ao longo do prolongamento do debate, diversas potências se posicionaram por serem neutras, a favor ou contra Israel ou Palestina na guerra. Países como república da França, Rússia e Estados Unidos Mexicanos se declararam neutros em seu posicionamento. Porém, no geral existiram pedidos para que fogo seja cessado e que o comitê garanta que a paz seja preservada e beneficiada, consequência das guerras sendo interrompidas com a ajuda do Conselho de Segurança das Nações Unidas, para que assim a união sobre as nações prevaleça contra a violência e o preconceito. Além do mais, República do Irã citou durante a discussão que preza pela "libertação do povo da palestina, sendo um direito do povo" e ainda adicionam que refutam os países que aceitem. Israel se sobrepôs a situação citando: "Repudiamos qualquer possibilidade de financiamento".

No entanto, com a falta de posicionamento direto de muitos o descontentamento na sala de outras delegações emergiu, como a Irlanda que repudia aqueles que não tomaram partido contra Israel e suas ações violentas, com isso clama pelo fim dos ataques tomados por parte de Israel e as tentativas de tomar áreas palestinas, além do pedido para não flexibilizarem para o lado israelense que não respeita o povo judaico que estão sendo alvo de extermínio em massa e rogam por reparação moral e econômica. Ao contrário de outras potências que declararam, posições extremas aos do que estão a favor do grupo Hamas palestino, como os Estados Unidos que se encontram a favor de Israel e contra o grupo Hamas que citam ser um grupo terrorista, argumento sustentado pela mesa de Israel.

Em desfecho da reunião se deu forma extasiada, diversas nações davam apoio para com a Palestina. E de todas as formas, Israel tentava formular argumentos que deixassem a Palestina em "pé de guerra". Aos últimos minutos que seguiram, os ânimos foram levados para uma agenda, que continham informações para que a atitudes do grupo Hamas fosse apaziguada, contendo pautas de leis e organizações para melhor futuro do povo israelense.


Foto por: Michelle Hazan

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